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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Não sei se já disse isto, mas sou muito esquisita com as coisas e as pessoas. Não gosto daquelas pessoas e daqueles casais que é só príncipe e amor para aqui e para ali. Gosto que as coisas sejam naturais e que saia aquele "idiota" de vez enquanto. Não gosto daquelas pessoas que são a aparência, que andam sempre preocupadas com ela e depois não dá para ter uma conversa decente. Mas admiro muito pessoas ainda na casa nos 20 e já com doutoramento feito e que sejam bonitas e bem cuidadas. Detesto a arrogância  o desdém, o orgulho. Também não gosto de pessoas interesseiras. Odeio por completo pessoas que falem comigo como se eu fosse superior a elas só porque estou num curso superior e me tratem como "esta gente que estuda", tal como detesto que falem comigo como se fosse inferior a elas por qualquer motivo. Sou selectiva com tudo, inclusive pessoas. É muito fácil eu não gostar de alguém, basta não me dizerem "bom dia" ou "boa tarde" quando entram.
Esta sou eu.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Hoje foi dia de aproveitar o último fim-de-semana de "férias" apesar de as minhas aulas já terem começado a coisa ainda está assim meio a brincar, e a partir de Segunda-feira já é a dar no duro com muitas horas de estudo e de biblioteca.
Então para aproveitar este dia (já que amanhã não devo sair de casa) nada melhor do que uma passeio na baixa para ver as lojas e também aquele lugar maravilhoso cheio de coisas e pessoas bonitas. Depois disso foi hora de rumar até ao supermercado mais próximo e fazer algumas comprinhas que bem precisava.

Relativamente à casa nova, ao inicio estava um bocado com receio. Visto que estou a começar tudo do 0 novamente e a pessoas que conheço que também vive aqui ainda não regressou de férias. Até ao momento não há muito para dizer. Ainda não senti aquele entusiasmo. Ainda não posso dizer que foi uma boa ou má mudança. Estou no nhec. Enfim, tenho de esperar pelos próximos dias para ver como vão correr as coisas.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

E eis que já está tudo mudado para a casa nova e quase tudo arrumado! Mas só a partir de dia 11 voltarei para arrumar as coisas que faltam. :)

Ano novo, vida nova.
Ano novo, casa nova.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Está quase a chegar o dia de eu começar a fazer as minhas mudanças para a casa nova. Tal como é de esperar, há muita ansiedade e algum receio. Por um lado acho sem dúvida alguma que vai ser bom, muito bom. Vou viver com uma pessoa que conheço, que me dou bem com ela, e que me pode ajudar com algumas dúvidas da faculdade. Vão-se acabar pequenos arrufos da outra casa e alguma arrogância e ar de superioridade que eu vivia na outra casa.
Mas como é óbvio à sempre aquele receio. A casa onde eu vivia era boa, muito boa. Praticamente mais de metade dos dias da semana tinha a casa só para mim, tinha dois autocarros que paravam literalmente à porta de casa, um supermercado do lado oposto da rua, demorava cerca de 20 minutos até à faculdade. Os únicos senãos era o ficar um bocado longe de tudo (excepto da faculdade). E tal como já tinha referido várias vezes o facto de a casa ser da pessoa com quem eu vivia, e essa fazer o que queria da casa. Onde eu não mandava nada, e poder de opinião igual a menos 0.
Nesta casa e para já tenho medo da adaptação, tenho medo que seja parecida à primeira casa onde eu vivi. E o meu maior medo é mesmo esse. Posso ser muito desarrumada e posso adorar festa. Mas quando se vive com outras pessoas à um facto importante: o facto respeito. Infelizmente o meu quarto fica sempre ao lado da cozinha e tenho que levar com mais de 70% do barulho, desta vez e mais uma vez, o meu quarto fica ao lado da cozinha... mas vamos lá ver.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Vocês sabem quando são muito sociais, conhecem metade da vossa cidade e sabem de tudo. Depois mudam de escola e a vossa rotina é cada vez mais casa-escola-casa até que chega a um ponto que não passa disso. Depois vão para a universidade, e quando cá vêm e saem olham à vossa volta e pensam "mas quem é esta gente?" em relação aos mais novos e "Olha a x ao tempo que não a via... ela tá a estudar onde?" e é assim!
Cada vez mais as minhas vindas aos algarve são mais isto "Então que tens feito na vida? Estás a estudar?"

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

E as coisas já estão todas preparadas para começar uns dias intensos de mudanças.
Só falta eu tentar convencer os meus pais de umas coisinhas (que não vou conseguir) e já estáaa :)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

À mais de um ano que estou a viver nesta casa, e nos primeiros meses as coisas até correram bem. Mas a partir de uma determinada altura as coisas foram mudando, e enquanto eu não encontrava nada melhor e que realmente compensasse a mudança por aqui andava a aguentar. Agora que decidi por o ponto final nisto e que disse que ia mudar, alguém diz que não entende o porque e como é que agora vai sobreviver sem o dinheiro que eu lhe dava mensalmente.

Estudantes deslocadas, vocês com 200 euros conseguem ou não aguentar as despesas de um mês? (só alimentação, faculdade, passe, e essas coisas tirando as despesas de agua, luz, gás ..) Sinceramente eu consigo, com esforço mas consigo.
Tenho a dizer isto: que grande riso que já me provocaste menina!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013




Eu até era menina para experimentar uma coisa destas... Mas sou muito esquisita com estas coisas, a cor que aplicava era um azul (como o da ultima imagem) e sou assim uma loira meio acastanhada tenho medo.
Para não falar que a minha mãe tinha chamava-me parva, e a minha avó jogava as mãos à cabeça! 

domingo, 20 de janeiro de 2013


As pessoas mais próximas de mim sabem o quanto eu sou doida por decoração e casas. Desde muito cedo que sou doida pelas publicidades da moviflor, conforama, ikea e até quando a minha mãe por vezes me dava dinheiro para o lanche ou o almoço na escola, o que sobrasse eu ia à papelaria lá ao pé comprar uma revista de decoração de interiores. Adoro ir às lojas de decoração só para passear, só para ver o que está na moda. Da mesma forma, adoro visitar casas, e ver casas na internet.
De tal forma que pensei em seguir arquitectura, uma vez que para além de tudo o que já mencionei antes, uma das minhas brincadeiras preferidas quando era pequena era brincar aos arquitectos e desenhar casas. Tinha mil plantas dentro de uma pastinha e andava com ela para todo o lado.
De facto sempre foi um grande gosto e não ponho de parte um dia mais tarde tirar uma licenciatura em Arquitectura, mas no momento em que me candidatei ao ensino superior, não me era possível.

No entanto e desde à algum tempo para cá que têm surgido videos no mundo da internet de pequenos apartamentos que são espantosos! E este é um deles. Bem decorados e com espaço para tudo, e até para grandes jantares.
À uns tempos, pensei em ir viver para um mini-estúdio cá em Lisboa, tinha de tudo, mas era mesmo muito pequeno. Pensei, pensei, pensei e decidi que afinal não ia para lá.
Apesar de ser complicado viver com outras pessoas com as quais não estamos habituadas a lidar, mais complicado talvez seria viver sozinha. Sou muito medrosa, mas imaginemos que eu passava por um assalto? Ou um corte no dedo daqueles que as vezes quase desmaio? Ou até que eu ficava doente, como já me aconteceu, e nem sequer era capaz de me levantar da cama? Mil cenários são possíveis e portanto desisti.

Outra coisa que me é particular, e pensava que era comum a muita gente, é sempre que me mudo de casa (já vou para a terceira casa) tenho que dar um toque meu. Pelo menos o quarto tem que se identificar comigo. Tons de roxo, de rosa, de verde, alguns padrões, umas caixas aqui e ali, uns espelhos e está o quarto lindo! A minha mãe acha que quando eu acabar a licenciatura tem coisas para decorar 5 casas :p

sábado, 19 de janeiro de 2013

Bem na verdade eu até tinha muitas ideias para este fim-de-semana.
Ir pela primeira vez à feira da ladra, fazer mais algumas mudanças para a casa nova e ir ao Museu Nacional de Arte Antiga. Mas este tempo fantástico, fez questão de arruinar os meus planos.

Thank you

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Muitas vezes quando não tenho nada para fazer, ou tenho e não me apetece fazer , vou-me enfiar na fnac. Adoro ir para lá. Especialmente para a secção de livros de História da Arte, Design, Arquitectura... tudo o que tenha uma pontinha na arte. E a verdade é que apesar de ficar sempre muito contente com o que lá vejo e de me apaixonar cada vez mais por aquilo que estudo e que quero fazer do meu futuro. Dou por mim a deprimir por não ter dinheiro para comprar tudo aquilo que eu quero.

Fazendo assim um ponto da situação da minha lista... está mais ou menos assim:

  • O barroco de Vitor Serrão (aprox. 22€)
  • O românico de Carlos Almeida (aprox. 18€)
  • Colecção de história da arte portuguesa de Paulo Pereira
  • Guia da história da arquitectura (aprox. 22€)
  • A joalharia em Portugal de Gonçalo Sousa (aprox.45€)
  • E o Janson (não me lembro qual o nome) que é aproximadamente 75€. Apesar de não o achar muito bom, dá imenso jeito para tirar pequenas duvidas.
Há ainda um livro tipo dicionário que é à volta de 20€, não me recordo do nome.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013


Entrei em 2012 depois de uma grande corrida, apanhei uma bezana e diverti-me bastante. Entrei bem, contente. E esse deve ter sido o meu estado em muitas noites de saídas locas com os meus. Tive saudades dos mil trabalhos que tinha antes e de queimar pestanas com aquilo que eu gostava mesmo muito. Pensei ter um grande amor, e sofri por ele. No fim descobri que na verdade ele não o era. Cometi loucas e "comi" dois rapazes sem os conhecer, mas não me arrependo. Cometi ainda uma loucura maior e tive alguns meses com uma pessoa, até ao dia em que fomos descobertos e acabou. Tive saudades do mar, e fui à praia no Inverno. Mas também exprimentei e fiz praia em Lisboa, e nem desgostei. Tive doente, como já não estava à algum tempo. E ainda foi o ano em que fui praxada, trajei, praxei e voltei a ser praxada. Ganhei duas madrinhas, dois padrinhos e ainda uma afilhada. Mudei de curso. Mas também chorei muito e quase entrei em depressão. Foi também o ano que cheguei à conclusão que é muito difícil viver com pessoas que não as conhecemos. Voltei ao meu festival de eleição. Revi amigos ou "amigos" e conheci outras pessoas. Fui ao urban e tive muitas saudades dos meus amigos de Lisboa, e da turma excelente que eles faziam. Tive saudades das conversas porcas e de me rir muito. Foi ainda o ano em que tirei a carta, e que mal conduzi. Fiz duas jantaradas em casa. E fui aos santos populares em Lisboa. Ganhei uma "mana". 

Foi um ano com muitas supresas, e sem duvida melhor do que 2011. Não são todos os anos que posso dizer isto, mas este eu repetia de boa vontade.

É ainda de referir que por estranho que pareça aos 17 minutos de 2013 recebi uma chamada de bom ano que nunca pensei receber. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Já vos disse que já comprei o bilhete para ir para casa e que estou estupidamente ansiosa por ir?
Tenho saudades da comidinha da mamã, da minha irmã, da minha 'sis', do meu carro... do meu Algarve que não me vê à sete semanas!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Tenho a certeza absoluta que sofro de uma doença qualquer que faz com que eu precise de estar sempre a comer. Especialmente doces.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Queridas,
convido-vos a dar um saltinho ao novo espaço no blog, à "shop" tem preços muito acessíveis.
Decidi começar a vender algumas peças que tinha aqui em casa, porque as peças em questão ou não são o meu número ou ficam-me pequenas.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Desde que estou no curso que quero e que gosto, que cada vez penso mais na minha vida, no meu futuro enquanto historiadora da arte. Visto que à partida vou trabalhar e não vou sequer ter direito a reforma.
Nunca fui uma pessoa de grandes notas, mas sempre fui muito ambiciosa. Para mim tudo o que chegasse para passar (no básico o típico 3) era óptimo. E já quando fui para o secundário e vi como estavam as médias do curso que eu pensei durante muitos anos que era aquilo que queria, fiz tudo para atingir essa meta, que diga-se que não era muito alta. Mas com a média da faculdade já não funciona bem assim, visto que é esta a média que vai marcar para sempre a minha vida. Em todos os meus cv's vai lá estar a média da faculdade, e não me vai adietar ser excelente naquilo que faço, se não tenho uma média redondinha.
Uma coisa é certa: quero que a minha casa respire arte e adorava ter uma pequena biblioteca de arte em minha casa, com o necessário para as minhas investigações. Como é óbvio e como rapariga vaidosa que sou, quero ter um meu closet. Quero os meus três filhos e quero viver um conto de fadas com um marido fantástico (ok, sei que vivo um bocado no mundo da Cinderela). Por muito fantasioso que isto seja, era esta a minha vida de sonho. Eu juro que adorava poder trabalhar a partir de um pequeno escritório em casa, onde fazia os meus artigos e investigações. E isso seria a minha vida perfeita, de sonho. Sei que nunca vou poder ter isso cá em Portugal, e cada vez tenho mais a certeza disso.
Tenho reflectido sobre todos esses assuntos, e tenho andado a acompanhar a vida de um amigo meu que foi viver recentemente para França, e confesso que invejo tudo o que ele tem conseguido, e realmente é de notar que ele está muito feliz lá.
Portanto, vou começar a lutar primeiro por uma média redondinha e brilhante, por uns bons estágios ao longo desta licenciatura, e depois vou investir sem dúvida no meu futuro fora de Portugal.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


Ás vezes penso um pouco de como será a minha vida daqui a uns anos. Se realmente vou conseguir ser aquilo que quero, casar-me com o homem que idealizei e se as circunstancias da vida me levam realmente a ter os três filhos que eu adorava ter. De como será que vão ser os feitios deles, como será que eu vou conseguir lidar com eles e o pior, será que vou conseguir dar-lhes uma educação como penso que será a melhor?
Quando olho para mim, vejo que a educação que os meus pais me deram, não foi má. Conseguiram transmitir alguns ideias e fazer com que eu descobrisse outros. Há uma relação de respeito e acima de tudo "a minha liberdade acaba onde começa a deles" e é isto que tem sido ao longo destes anos. Contudo nem sempre foi pacifica, alias a relação de mãe/pai com os filhos nunca é pacifica e estranho era se fosse. Tem sempre que existir as típicas discussões entre nós, e há sempre, sempre, sempre os comentários de pessoas próximas "não achas que estás a mimar demais a tua filha?" ou "quando tiver um filho não vou fazer o que estás a fazer" mas depois vemos que essas pessoas acabam por fazer pior, e com isto está-me a vir o exemplo de uma pessoa à cabeça que sempre criticou demasiado os meus pais ela forma como me estavam a educar, e no entanto agora que tem uma filha nós vemos que aquilo que ela quis, que foi ter uma boa relação com a filha, não está a ser saudável, visto que uma criança está a tomar conta dela, e uma criança faz o que lhe apetece e põe à disposição as pessoas quando quer.
Não sou apologista de que os pais têm que ser os melhores amigos dos filhos, porque os pais são pais e os filhos têm os seus amigos. Mas adorava que os meus filhos tivessem uma boa relação comigo para me contar as coisas mais importantes das suas vidas, sem receios. Que no dia em bebessem a primeira bebida alcoólica me contassem, que quando apanhassem as suas primeiras bebedeiras me contassem, ou que quando fumassem o primeiro cigarro me contassem e se fosse preciso me pedissem para lhes ir comprar tabaco. Claro que não ia ser fã que eles fumassem, mas se tinha sido uma escolha deles e se é a dar cabeçadas que aprendemos, porque não? O proibir nunca deu bom resultado.
Outra coisa que eu sinceramente acho que não vou gostar quando tiver filhos é de lhes dizer "sim, eu deixo-te fazer isto e aquilo, mas diz ao teu pai que vais aqui e não ali". Todos os (poucos) rapazes que já tive até agora, já fizeram as suas loucuras. Desde drogas, álcool ou tabaco, já tiveram noites loucas. E tenho muitas duvidas que o homem com que vou ter os meus filhos, nunca tenha feito nenhuma das coisas que mencionei portanto, se eles fizeram, que razões vão ter para proibi-los de fazer determinadas coisas? Sim, eu sei que daqui a uns 10/15 anos as coisas vão ser diferentes, e que para nós nessa altura as "modernices" da altura podem vir a ser gravíssimas, mas temos que ser pessoas informadas e de mente aberta. Eu quero que os meus filhos saibam das loucuras que eu fiz quando tinha a idade deles! E espero que o pai deles, partilhe da mesma vontade que eu.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Penso que já o mencionei aqui algumas vezes, mas adoro o meu curso. Antes estive num curso em que via muitas pessoas que o adoravam e viviam intensamente aquilo, não percebiam como eu não podia gostar se eles viam " a história a nascer da terra" confesso que essa parte de descoberta era algo que até era capaz de me fascinar, e se algum dia tivesse escavado, quem sabe eu até gostasse. Mas o curso não era de todo só a parte prática, e qualquer arqueólogo, precisa de saber a teoria, os métodos de escavação e os mais adequados para determinado local, como fazer, e também identificar os achados para os poder estudar de uma forma correcta. Como são capazes de saber aquele curso não era de todo algo que eu alguma vez tivesse pensado seguir. Apenas o meti como opção porque estava relacionado com aquilo que eu queria e que agora tenho a certeza que adoro e que é isto que quero. História da Arte é o nome do meu curso. E sinceramente, apesar deste ser o semestre que tem menos haver com aquilo que eu gosto e que gostava de seguir, eu estou a adorar o curso. É realmente para quem gosta, e para quem quer mesmo isto. Para quem dá "o litro" no trabalho. Vejo colegas que entraram em primeira opção (e primeira fase) que não se esforçam, que não dão valor ao facto de estarem ali, que não vão ás aulas e que entregam trabalhos sempre atrasados. Eu que infelizmente já passei pelos concursos nacionais umas quantas vezes e que a entrada neste curso não foi um mar de rosas, eu sim, dou valor. Esforço-me ao máximo! Quantas vezes me apetece ficar na cama a dormir mais um bocado? Ou ficar no café, ou com os meus amigos? Ir aqui e ali, ir sair à noite e aproveitar ao máximo aquele que dizem ser os melhores anos das nossas vidas? Muitas. Muitas vezes apetece-me, especialmente quando já ando à semanas a bater com a cabeça nas paredes porque tenho dificuldades em encontrar informação para os trabalhos, ou porque nunca mais vejo o fim. Mas depois penso no esforço que os meus pais fazem, no quanto eu gosto disto, e do que será o meu futuro se no fundo não conseguir uma boa média. E é nessas alturas que me encho novamente de força e que luto, luto mais e mais até conseguir acabar o trabalho de forma a estar perfeito aos meus olhos. Se tiver que passar noites sem dormir, passo. Se tiver que prescindir da minha vida social, prescindo. Se tiver que passar a minha vida no google translate ou em dicionários a traduzir tudo e mais alguma coisa de italiano, francês ou inglês, passo! Porque tenho a certeza que isso só fará de mim uma boa profissional e afinal de contas, estou na capital é para estudar e não para andar na "brincadeira".  E em relação à minha vida social, os que são realmente meus amigos, entendem o esforço que faço e o quanto eu quero isto. Sabem que apesar de todo o trabalho que tenho, a porta da minha casa está sempre aberta para receber toda a gente, e que tal como um senhor disse uma vez no autocarro "os teus amigos de hoje, com muitas dificuldades estarão ao teu lado daqui a 10 anos".

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O cansaço das atitudes vai se apoderando de mim, as respostas começam a sair tortas, e qualquer dia é o fim.

sábado, 17 de novembro de 2012

Alguém sabe qual é das coisas mais tristes?

Comer sozinha no McDonald's!